Errar em nosso caminho é melhor que acertar em caminho alheio.








Em vários momentos da vida surgem grandes dúvidas: qual caminho seguir ou será que estou na direção correta? Isto, claro, quando temos o hábito de pensar e refletir nossas escolhas, porque muitas pessoas seguem alienadamente o que já vem pronto, que é dado por outras pessoas e desta forma quem não sabe mandar em si acaba obedecendo. É claro que há um grande prazer nisso, pois ser levado não cansa, não dói e não há responsabilidade. Porém, andando pelo caminho de outro não se vai pra onde quer.


Existe um documentário no youtube chamado La mancha, muito interessante, com uma idéia muito boa apesar de subversiva, do tipo daqueles que deveria vir com a frase “crianças não tentem fazer isso em casa”. O vídeo nos leva a pensar a questão de como, em nossas vidas, somos levados por sinais que não nos possibilitam seguir nossas vontades.


Muito além dos sinais das placas de trânsito, a metáfora é para pensarmos em nossas vidas. Gosto de lembrar as pessoas para que não vejam as coisas ao pé da letra, pois assim se perde o sentido dessa estrada da vida que vai muito além do que se vê.


Descobrir seu caminho encontrar-se com seu desejo, é um treino difícil e doloroso, principalmente no início. Mas nem tudo na vida pode começar de um jeito perfeito e belo, então não deixe de dar o primeiro passo mesmo que seja como um tolo. Neste ponto deve andar a psicologia com seus clientes - como na auto-escola “ensinar” as pessoas a dirigirem suas vidas sozinhas e seguirem seu caminho.
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pense nisso aqui

conto de fadas













Os contos de fadas são obras de arte integralmente compreensíveis para a criança como nenhuma outra forma de arte o é. Seu significado mais profundo será diferente para cada pessoa em diversos momentos de sua vida.




Além de divertir as crianças, esclarecem sobre si mesmo e favorecem o desenvolvimento de sua personalidade, ajudando a lidar com situações que levam as repercussões psicológicas.
As crianças, através dos contos, podem externalizar seus conteúdos internos com mais facilidade, tornando-os compreensíveis enquanto representados pelas figuras da história e seus incidentes. Assim, a criança pode encontrar um meio para dar vazão aos conflitos internos presentes em sua vida.




A natureza irrealista destes contos torna óbvio que a preocupação do conto de fadas não é uma informação útil sobre o mundo exterior e, sim, sobre os processos interiores que ocorrem no indivíduo.
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"Nós não podemos começar de um jeito perfeito e belo. Não tenham medo de começar como tolos, comece como um tolo."
Chogyam Trungpa

re-lacionamento

Azarar sem violência, mesmo que seja só por maldade
Paquerar com liberdade mas na maior inocência
Namorar sem malandragem, estraga o filme dá prejuízo
Copular sem sacanagem é um atalho pro paraíso
Na inocência
Sem sacanagem
Só por maldade
Mas pode ir dando adeus, a galinhagem, a malandragem e as cantadas baratas
Você não é mais dono do seu nariz
O aprendiz de Dom Ruam foi aposentado

Frequentar a casa dela, sinal de alerta, perigo a vista
Conhecer toda a família, oléo na pista, olha o barranco
Expandir o patrimônio, não digo nada é um aviso
Contrair o patrimônio, é um atalho, não digo nada
Sem sacanagem
É um atalho
Pro manicômio

É hora de se despedir dos amigos, das baladas homéricas e das farras intermináveis
Você não é mais dono do seu tempo
Diga adeus ao mundo dos livres, seus dias de rei da noite definitivamente ficaram no passado

Mais o legal é quando mesmo depois de alguns anos de clausura, você acorda ao lado da sua amada e se descobre um felizardo
O legal man, é saber que todos os acidentes de percurso valem a pena quando lhe aproximam ainda mais da pessoa certa
O legal é ir dormir sabendo que ao acordar você poderá mais uma vez contar todas as pintinhas e sinais da pele da sua escolhida, só pra ter certeza
Só pra ter certeza que não esqueceu nada, que nada saiu da sua ordem, o universo e os elementos continuam conspirando a seu favor
E você continua reinando, reinando enquanto dorme!

*Mundo Livre S/A














Esta criança,
não está aí,
é apenas um ângulo,
o ângulo que há-de vir,
e não há ângulos...

Ora este mundo do pai-mãe é precisamente o que tem de desaparecer,
é este mundo duplicado-duplo,
em estado de desunião constante,
com vontade de unificação constante também...

em torno do qual gira todo o sistema deste mundo,
malignamente sustentado pela mais lúgubre organização.

Antonin Artaud