egoína



Quase bebi de meu próprio antídoto. O q fabrico é unicamente para matar a mim mesmo .

Meu venêno é vermelho, o cheiro é pesado, seco e quente, a dor da nó nos músculos da boca ao cú, formando um laço de tubo digestivo...

eu sobrevivo em mim mesmo, me rotulam d egoísta_egoína* - pq acham q não Há luta em mim mesmo _ para ser EU _ em VOCê... . . . . . . . . . . . . . .

+



Eu me amo e me odeio a-s-sim (como-te) amo e te odeio.



-

não adianta correr...

ele vai te pegar. Lado A ou B ... do lado B do b-a-BÁ.

lou-



-co m certeza vc não é se sabe seguir seu desejo e não é assim tão do-mes-ti-(co/ca)-do, sabe os outros querem t ver pra não sofrer vendo aquilo q eles mesmos guardam no peito direito (o coração mau) ... q negamos ou PROJETAMOS nos outros, pq é mais facil ve lá q cá - tu- vê pra cre pq esse lado B t faz proceder.

...eu sinto aquilo q não vejo em mim


...sobre vc em nós q será meu e só seu mas q eu não quero mais o q agora quero e ontem quiz amanhã posso não querer ... o q ja quiz não quero mais ... sai vai VIVER e ver a vida veja, já, vc pode ser feliz, e me deixar feliz tbm, eu posso ser feliz e t deixar ....


.... deixar feliz tbm em mim ou fora d mim !

chora

disfarça-e-vá molhar o deserto... olhar gostar só de longe não faz ninguem chegar perto.



Todos erram nesse mundo não há excessão ...

Cartola

rela-ci - )de( - ona-mentos

Re-petir sempre o eterno fracasso do encontro, reconsumar a falta, eis o verdadeiro PRINCÍPIO DO PRAZER ao qual as pesso@s estão fadadas.

M.Safouan - (por) Regina Steffen

intervenções urbanas


eu imploro que você escape...
e viva

crenças populares

... a- fé -ta algo além daqui. ?

é - di - po



Analisando a situação dos índios que os colonizadores ((convencem)) a trocar sua casa coletiva por casas ((pessoais)).


Na casa coletiva o apartamento familiar e a intimidade pessoal baseavam-se numa relação com o vizinho definido como aliado, de modo que as relações interfamiliares eram coextensivas ao campo social. Mas, pelo contrário, nessa nova situação, produz-se ((uma fermentação abusiva dos elementos do casal sobre si próprios)) e sobre os filhos, de modo que a família restrita fecha-se num microcosmo expressivo em que cada um dos membros reflete a sua própria linhagem enquanto se torna cada vez mais estranho às transformações sociais e produtivas.

O Édipo é uma espécie de eutanásia do etnocídio. Quanto mais a reprodução social escapa em natureza e extensão aos membros do grupo, mais se rebate sobre eles ou os rebate sobre uma reprodução familiar restrita e neurotizada cujo agente é o Édipo.

Porque o Édipo não é só um processo ideológico, mas é também o resultado da destruição do meio ambiente, do habitat, etc.


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adaptação de um trecho retirado do livro O Anti-Édipo
leia + sobre o assunto aqui
Na vida tenho muito que dançar
Para aguentar o peso
Pra parar de pensar no erro...

Por que você me quer assim
Triste e traiçoeiro
Se eu posso dividir meu corpo e meu amor...

Por que você não quer
Ficar tranquila um pouco
Seu rosto é mais bonito rindo.


*Otto - por que

prazer carnal


Será que a mulher é vista como um envelope carnal e social e esta apenas num lugar de passagem da criança e do homem ?

Que é através dos oríficios femininos que ela tem acesso ao seu mundo interno, o que se reflete na percepção do externo???

Tem horas que estranho a psicanálise ... ou será a sociedade?

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Grafite - Banksy


Já pensou se desligassem esse rádio... e esse ar condicionado fazendo esse barulho? e o ruído desse teclado de computador, tec, tec, tec...


André Gonçalves de Oliveira

quem precisa de ordem?

Quem precisa de ordem pra inventar, pintar, dançar, compor, escrever, rimar e narrar?

*Com todo respeito quero mostrar uma pequena fabulazinha.


Me falaram sobre uma floresta distante, onde uma história triste aconteceu no tempo em que os pássaros falavam. Os urubus, bichos altivos mas sem dotes para o canto resolveram mesmo contra a natureza, que haviam de se tornarem grandes cantores.Abriram escolas e importaram professores, aprenderam dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, encomendaram diplomas e combinaram provas entre si para escolher quais deles passariam a mandar nos demais. Apartir daí criaram concursos, inventaram títulos pomposos, cada urubuzinho aprendiz sonhava um dia se tornar um ilustre urubu titular afim de ser chamado por vossa excelência.


Passaram-se décadas até que a patética harmonia dos urubus maestros foi abalada com a invasão da floresta por canários tagarelas, que faziam coro com periquitos festivos e serenatas com sabiás. Os velhos urubus encrespados entortaram o bico e convocaram os canários e periquitos para um rigoroso inquérito. Cade os documentos de seus concursos? (indagaram) E os pobres passarinhos se olharam assustados, nunca haviam freqüentado escola de canto pois o canto nascera com eles, seu canto era tão natural que nunca se preocuparam em provar que sabiam cantar, naturalmente cantavam.


Não, não, não assim não pode, cantar sem os documentos devidos é um desrespeito a ordem, bradaram os urubus. E em um nisoro expulsaram da floresta os inofensivos passarinhos que ousavam cantar sem alvarás.


Moral da história: em terra de urubus diplomados não se ouve os cantos dos sabiás.


*Música: "muito obrigado" do Mundo Livre S/A.